Numa parceria da FENAERT, Aerp, Abert e Uninter, foi aberto um curso inédito de pós-graduação em Gestão de Radiofusão, e uma das principais mensagens da disciplina de Mídia Social é que não basta estar presente nas redes sociais. É preciso entender a conduta do internauta, determinar públicos-alvo e trabalhar de maneira integrada com a programação da emissora.

 

"As redes sociais se atualizam muito rápido e às vezes as empresas acabam aderindo por simples modismo, sem uma avaliação de fato, e isso pode se tornar mais negativo do que não estar em determinada mídia social. É importante saber o que se quer atingir", avalia a professora Kohls.

 

De acordo com ela, para cada plataforma é necessário usar um conteúdo específico a fim de alcançar uma comunicação mais efetiva. "São novas potencialidades que valorizam o meio rádio", afirma.

 

Outro ponto para quem está nas redes sociais é saber que, apesar do público definido, há opiniões diversas que, em alguns momentos, podem acabar gerando crises.


Para minimizar esses impactos, é preciso acompanhar, planejar, monitorar e gerenciar muito bem cada plataforma. "Uma das recomendações, por exemplo, é nunca apagar os comentários negativos, mas responder de maneira criativa e atenciosa. É preciso criar empatia", diz.

 

A integração entre as equipes de mídia social e de jornalismo é mais um aspecto importante a observar. A docente Chirlei vê que a presença nas mídias sociais é um caminho sem volta à medida que as emissoras precisam acompanhar seu público, que procura conteúdos de rádios também nessas plataformas. 

 

As inscrições para a primeira turma de 2017 estão abertas através do site www.uninter.com/radiosparceiras.

 

 

 

RCR/TudoRádio