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Cultura

Presidente de Signis Brasil lança livro na 24ª Bienal do Livro em São Paulo 

Presidente de Signis Brasil lança livro na 24ª Bienal do Livro em São Paulo 

A obra pretende contribuir com a Educação para a Comunicação, Educomunicação, voltada à pastoral e ao ambiente educativo. A Educomunicação reúne os conceitos de educação e de comunicação embasados nos valores humanos e cidadãos, sendo o comprometimento social e de transformação partes integrantes do conceito, em toda as linguagens da comunicação, também na cultura digital. Em sua base teórica, recupera os valores da comunicação com ase no diálogo e na participação das pessoas e sua ação no mundo. O objetivo é compartilhar um caminho de formação para que a comunicação seja considerada e vivenciada como eixo articulador nas pastorais e no processo educativo, em que as diferentes linguagens que fazem parte do cotidiano possam ser assumidas pelas lideranças. A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá de 26/Agosto a 04/Setembro de 2016 no Pavilhão de Exposições do Anhembi. O evento é palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, cerca de 480 marcas apresentando seus mais importantes lançamentos para aproximadamente 700 mil visitantes em um espaço total de 60 mil m². Além da grande oferta de livros, a Bienal do Livro ainda conta com uma programação cultural abrangente, mesclando literatura, gastronomia, cultura, negócios e muita diversão! Horário de Visitação: Segunda à sexta-feira, das 9h às 22h (com entrada até as 21h) Sábados e domingos, das 10h às 22h (com entrada até as 21h) Dia 4 de Setembro, das 10h às 21h (com entrada até às 19
Mostra usa arte contemporânea para reviver as mães negras do Brasil escravocrata

Mostra usa arte contemporânea para reviver as mães negras do Brasil escravocrata

Referências na arte produzida no Brasil do século 19 ao início do século 20, as conhecidas imagens das amas de leite negras ressurgem em uma exposição inaugurada na tarde deste sábado (23) na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea, na mesma zona portuária da cidade que guarda, em locais e sítios arqueológicos, a memória da escravidão no Brasil.  A mostra Mãe Preta é resultado de um ano e meio de pesquisas feitas pelas artistas visuais Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa, a partir da reprodução de uma obra de Rugendas (1802-1858), que retrata uma mulher escravizada e seu filho de colo. Forçadas a alimentar as crianças brancas, as mães pretas eram obrigadas a deixar seus filhos sem o único alimento disponível e, em alguns casos, abandonados à própria sorte. Em sua pesquisa, Isabel e Patricia  encontraram uma vasta bibliografia e um acervo de imagens do século 19, base para o trabalho que utiliza a arte contemporânea para uma discussão sobre  maternidade, racismo, sexismo e exclusão social, sofridos pela mulher negra no Brasil até os dias de hoje.
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